Vacinas reduzem em 90% risco de hospitalização e morte por covid

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A vacinação contra a covid-19 é altamente eficaz para a prevenção de hospitalizações e mortes, apontou um estudo francês de larga escala publicado nesta segunda-feira (11/10).

A pesquisa envolveu 22 milhões de pessoas acima de 50 anos de idade e constatou que as vacinas reduziram em 90% o risco de desenvolver um quadro grave ou morrer após contrair o coronavírus.https://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-pub-3741601182179609&output=html&h=280&adk=2805951193&adf=1340998876&pi=t.aa~a.928343325~i.4~rp.1&w=700&fwrn=4&fwrnh=100&lmt=1634148981&num_ads=1&rafmt=1&armr=3&sem=mc&pwprc=4434554431&psa=1&ad_type=text_image&format=700×280&url=http%3A%2F%2Fwww.regiaonoroeste.com%2Fmaterias%2F1037530%2FVacinas_reduzem_em_90__risco_de_hospitalizacao_e_morte_por_covid%2F%3Ffbclid%3DIwAR1BUTDpHcxpb7RWDLWBRpQfGzkM6mQM3WskiPgCASX53jeJsXdrjUPNkMA&flash=0&fwr=0&pra=3&rh=175&rw=700&rpe=1&resp_fmts=3&wgl=1&fa=27&dt=1634147232452&bpp=4&bdt=2663&idt=4&shv=r20211011&mjsv=m202110050101&ptt=9&saldr=aa&abxe=1&cookie=ID%3D559390ab833d4bc9-221a87be0e7b0061%3AT%3D1633559051%3ART%3D1633559051%3AS%3DALNI_MZPmAtPpUs6iTSkKIGJVCR6nWOhLg&prev_fmts=0x0%2C468x60%2C305x250%2C1903x937&nras=3&correlator=6838344885026&frm=20&pv=1&ga_vid=1852917958.1633559052&ga_sid=1634147231&ga_hid=1318892819&ga_fc=0&u_tz=-180&u_his=1&u_h=1080&u_w=1920&u_ah=1040&u_aw=1920&u_cd=24&adx=440&ady=1395&biw=1903&bih=880&scr_x=0&scr_y=0&eid=31062524&oid=2&psts=AGkb-H80IFZI-PqU8pRx8eZtWfMKxywCVZr3ZuGS-SKc3SO6qNPyM1RoINpPSGr-GOFqrom7BIoA2M2HunWxOw%2CAGkb-H_OvvtCNktq1OGZKZKSykaR7GRcfCvQPV7igdqGNJDTefPG9jgTg47y4hB3VhZSYM1kjjQJ2FSZEwf5Fg&pvsid=4288563496947695&pem=112&ref=https%3A%2F%2Fl.facebook.com%2F&eae=0&fc=1408&brdim=0%2C0%2C0%2C0%2C1920%2C0%2C0%2C0%2C1920%2C880&vis=1&rsz=%7C%7Cs%7C&abl=NS&fu=128&bc=23&ifi=4&uci=a!4&btvi=1&fsb=1&xpc=FCpweDagc4&p=http%3A//www.regiaonoroeste.com&dtd=M

“Isso significa que aqueles que estão vacinados têm nove vezes menos risco de serem hospitalizados ou de morrer de covid-19 do que os que não foram vacinados”, afirmou o epidemiologista Mahmoud Zureik, que supervisionou o estudo, à agência de notícias AFP.https://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-pub-3741601182179609&output=html&h=280&adk=2805951193&adf=2785993065&pi=t.aa~a.928343325~i.8~rp.1&w=700&fwrn=4&fwrnh=100&lmt=1634148981&num_ads=1&rafmt=1&armr=3&sem=mc&pwprc=4434554431&psa=1&ad_type=text_image&format=700×280&url=http%3A%2F%2Fwww.regiaonoroeste.com%2Fmaterias%2F1037530%2FVacinas_reduzem_em_90__risco_de_hospitalizacao_e_morte_por_covid%2F%3Ffbclid%3DIwAR1BUTDpHcxpb7RWDLWBRpQfGzkM6mQM3WskiPgCASX53jeJsXdrjUPNkMA&flash=0&fwr=0&pra=3&rh=175&rw=700&rpe=1&resp_fmts=3&wgl=1&fa=27&dt=1634147232462&bpp=4&bdt=2674&idt=4&shv=r20211011&mjsv=m202110050101&ptt=9&saldr=aa&abxe=1&cookie=ID%3D559390ab833d4bc9-221a87be0e7b0061%3AT%3D1633559051%3ART%3D1633559051%3AS%3DALNI_MZPmAtPpUs6iTSkKIGJVCR6nWOhLg&prev_fmts=0x0%2C468x60%2C305x250%2C1903x937%2C700x280&nras=4&correlator=6838344885026&frm=20&pv=1&ga_vid=1852917958.1633559052&ga_sid=1634147231&ga_hid=1318892819&ga_fc=0&u_tz=-180&u_his=1&u_h=1080&u_w=1920&u_ah=1040&u_aw=1920&u_cd=24&adx=440&ady=1770&biw=1903&bih=880&scr_x=0&scr_y=0&eid=31062524&oid=2&psts=AGkb-H80IFZI-PqU8pRx8eZtWfMKxywCVZr3ZuGS-SKc3SO6qNPyM1RoINpPSGr-GOFqrom7BIoA2M2HunWxOw%2CAGkb-H_OvvtCNktq1OGZKZKSykaR7GRcfCvQPV7igdqGNJDTefPG9jgTg47y4hB3VhZSYM1kjjQJ2FSZEwf5Fg&pvsid=4288563496947695&pem=112&ref=https%3A%2F%2Fl.facebook.com%2F&eae=0&fc=1408&brdim=0%2C0%2C0%2C0%2C1920%2C0%2C0%2C0%2C1920%2C880&vis=1&rsz=%7C%7Cs%7C&abl=NS&fu=128&bc=23&ifi=5&uci=a!5&btvi=2&fsb=1&xpc=0y7u2j2VcP&p=http%3A//www.regiaonoroeste.com&dtd=M

A pesquisa não teve como foco a eficácia das vacinas em termos de prevenção de infecções. Zureik destacou que evitar os casos mais graves é o principal objetivo de saúde pública. “Uma epidemia sem infecções graves não é mais uma epidemia”, disse.

Os resultados confirmam o que pesquisadores já observaram nos Estados Unidos, no Reino Unido e em Israel, mas trata-se do maior estudo do tipo realizado até agora.

22 milhões de participantes

Analisando dados coletados a partir de 27 de dezembro de 2020, quando a França lançou sua campanha de vacinação contra a covid-19, os pesquisadores compararam cerca de 11 milhões de pessoas vacinadas com outras cerca de 11 milhões não vacinadas.

Pares de imunizados e não imunizados da mesma região e da mesma idade e sexo foram acompanhados da data da segunda dose da pessoa vacinada até 20 de julho.

A partir de 14 dias após a aplicação da segunda dose, o risco de desenvolver um quadro grave de covid-19 foi reduzido em 90%, segundo o estudo, conduzido pelo Epi-Phare, um grupo independente de pesquisa sobre segurança médica criado pelo governo francês.

Variante delta

A vacinação se mostrou quase tão eficaz contra a altamente contagiosa variante delta do coronavírus: a eficácia verificada contra casos graves e mortes foi de 84% para pessoas com 75 anos de idade ou mais, e de 92% para pessoas entre 50 e 75.

A estimativa, no entanto, é baseada em apenas um mês de dados, pois a delta se tornou dominante na França somente em junho.

“É um período muito curto para avaliar o real impacto da vacinação em relação a essa variante”, ressaltou Zureik. Segundo o epidemiologista, que é chefe da Epi-Phare, os pesquisadores deverão agora dar prosseguimento ao estudo para incluir os resultados de agosto e setembro.

O estudo inclui pessoas vacinadas com os imunizantes da Pfizer-BioNTech, da Moderna e da AstraZeneca, mas não da Janssen (Johnson&Johnson), que foi autorizada bem depois que as demais e foi muito menos usada na França.

Os resultados também sugerem que, ao longo do estudo – até cinco meses –, a proteção vacinal contra casos graves de covid-19 não diminuiu.